IMOVELLOGIA - Conhecimentos e Negócios Imobiliários

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NEGOCIAÇÃO IMOBILIÁRIA E A ARTE DA SATISFAÇÃO

 

NEGOCIAÇÃO IMOBILIÁRIA E A ARTE DA SATISFAÇÃO

Ao comprar ou vender seu imóvel, conte sempre com a ajuda de um profissional competente e credenciado junto ao CRECI- Conselho Regional de Corretores de Imóveis.
O primeiro grande passo para quem quer comprar ou vender um imóvel é a escolha
de um  profissional  idôneo, comprometido com o seu sonho e que traduza em bons negócios a sua expectativa.

“É fundamental conhecer o mercado imobiliário e estar comprometido com o cliente, pois estamos lidando com sonhos, expectativas e muitas vezes com as economias de toda uma vida. Nossa preocupação além de encontrar um bom negócio aos nossos clientes, é transmitir segurança e tranqüilidade ao comprador e vendedor durante todo o processo de compra e venda” - comenta a consultora imobiliária Maria Cecília Franceschini Mckenzie.

Ao primeiro contato com o profissional, o cliente que procura um negócio imobiliário
deseja  receber orientações sobre o mercado imobiliário da região, apresentar suas
preferências, expectativas e sentir a receptividade de seu interlocutor. “Nesse momento
a percepção do profissional é essencial, pois precisamos ter a sensibilidade de conseguir  “captar” os sonhos e as expectativas do cliente”.

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Quem deve pagar a comissão do corretor de imóvel?

Na negociação do imóvel, a comissão do corretor varia, geralmente, de 6 a 8% do valor negociado pelo bem, mas quem é o responsável pelo pagamento dessa quantia? O vendedor ou quem compra o imóvel.

A Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências) explica que o novo código civil tem um capítulo dedicado à corretagem imobiliária que estabelece normas para garantir o direito do corretor e do comprador saberem quem será o responsável pelo pagamento da comissão. Pela lei, a comissão de corretagem deve ser paga por quem contratou o corretor.

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Financiamento da casa própria : novas regras já estão valendo

Renata Giraldi e Wellton Máximo

Da Agência Brasil, em Brasília.
Desde 11/06/2012, passaram a valer as novas regras da Caixa Econômica Federal para os financiamentos habitacionais. Pelo novo modelo, os mutuários terão mais cinco anos para quitar os empréstimos. A Caixa ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35.
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O mercado de ações está mais feminino

Passou o tempo em que as mulheres tinham medo de investir, seja no romance, na mudança do visual, na compra de um bem ou na vida financeira.

Essa mudança no comportamento feminino existe sim e está sendo bastante notada nos últimos anos, principalmente no que diz respeito aos investimentos financeiros. E há quem diga que algumas coisas estão invertidas, pois pesquisas apontam que os homens estão investindo mais em cosméticos. O que também é muito bom.

Investidoras de saia

Segundo dados da BM&F Bovespa, em 2002, no Brasil, existiam apenas 15.030 mulheres com o CPF cadastrado em agentes de custódia; no fim de 2009, esse número já havia saltado para 136.062 mulheres. Um crescimento que, embora ainda seja pequeno perto da quantidade de homens que investem em ações (até o fim de 2009 eram 416.302), já é um número notável, pois aponta o despertar das mulheres para o mundo das economias.

O perfil dessas mulheres é bastante variado, sendo 27,07% com idade entre 26 e 35 anos, 21,50% de 36 a 45 anos e 19,85% de 46 a 55 anos.

Segundo a Consultora Financeira Sandra Blanco, em entrevista à Amcham, mulheres de 18 a 25 anos estão mais preparadas a fazer aplicações financeiras, pensando em priorizar a formação de patrimônio. Isso ocorre, segundo ela, porque as mulheres dessa faixa etária têm mais contato com educação financeira.

Para começar

O medo de investir em ações não atinge somente o público feminino. Muita gente acredita que é uma forma difícil tanto de fazer quanto de administrar e acompanhar. Mas isso é mito. Com boa orientação e o famoso “olhar além”, é possível ter bons rendimentos com a compra e venda de ações.

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As vantagens e desvantagens de uma casa térrea e de um sobrado

Dúvida de muitas pessoas na hora de construir, essas opções devem ser bem analisadas, pois cada uma tem suas peculiaridades.

A decisão de construir uma casa ou um sobrado tem diversas variáveis, como terreno, perfil e estilo dos moradores e custo, dentre outras

Como decidir entre construir uma casa térrea ou um sobrado? Essa é uma das principais dúvidas das pessoas quando acabam de adquirir um lote. Ambos têm vantagens e desvantagens, pois arquitetura é troca, não dá para ter tudo numa única construção. O arquiteto Gil Nóbrega analisa as diferenças e conta como ajuda muita gente a tomar a melhor decisão, considerando uma casa de áreas e quantidade de ambientes semelhantes.

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